05 setembro 2005

eu queria ser tudo o que nunca fui
queria ser o teu mundo
e o meu
mas as lagrimas não me deixam ver
não deixaram antes
vejo o mar ao longe e o futuro ao perto
atras das casas esta o que me pertence
nao voltarei aos passos perdidos
nem andarei nos pes de outros
outra lagrima rola pela face que é tua
como desejava não te poder tocar nos meus sonhos
como queria
o abraço que não precisava pedir

2 Comments:

Anonymous ALG said...

Love hurts, hein, man???
With the sunshine of Setúbal, it's less painful!!!

2:53 da tarde  
Blogger velvetsatine said...

Fui portanto fiel e infiel, traidor e traído, pai e filho, amado e amante, pobre e rico. Mas nunca fui quem queria ser. Não tanto porque para isso houvesse impedimentos mas porque no fundo eu nunca soube o que queria ser. Nem sequer quem era, a não ser ter um nome que não quer dizer nada.

in Ladrão de Fogo, Pedro Paixão

6:57 da tarde  

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